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segunda-feira, 13 de abril de 2015

domingo, 19 de outubro de 2014

Uma Visão Americana sobre os nossos Orixás

Bom dia amigos do Umbanda - Minha fé, 
Dentro das pesquisas em busca de imagens para Ilustrar o Facebook e o Blog acabei encontrando uma revista Americana que postou fotos feitas com modelos sobre os Deuses da Mitologia Africana nossos Orixás queridos, olha nada contra algumas fotos ficaram bonitas e bem interessantes e outras nem tanto, usaram e abusaram da sensualidade extrema, bem o que se pode dizer eles não são profundos conhecedores da religião de Umbanda e Candomblé, e pelo que me parece são uma revista de moda em um artigo aleatório reproduzindo as fotos de um Fotografo famoso da celebridades chamado  James C. Lewis da Noire3000 | N3k Photo Studios localizada em Atlanta nos Estados Unidos


Vou deixar aqui uma amostra das fotos produzidas:

Bom vejam e analisem vocês mesmos, mas gostaria muito de saber a opnião real de cada um essa foi a minha!



 AS DEMAIS ESTÃO COM POUCA ROUPA AO MEU VER.

sábado, 18 de outubro de 2014

PEDIDOS DE CHUVAS EM SÃO PAULO - OYA E YANSÃ



Na Mitologia Yoruba, o nome Oyá provém do rio de mesmo nome na Nigéria, onde seu culto é realizado, atualmente chamado de rio Níger. É uma divindade das águas como Oxum e Iemanjá, mas também é relacionada ao elemento ar, sendo uma das divindades que ao lado de Ayrá e Orixá Afefê controla os ventos. É conhecida também como Iansã.

Costuma ser reverenciada antes de Xangô, como o vento personificado que precede a tempestade. Assim como a Orixá Obá, Oyá também está relacionada ao culto dos mortos, onde recebeu de Xangô a incumbência de guiá-los a um dos nove céus de acordo com suas ações. Para assumir tal cargo recebeu do feiticeiro Oxóssi uma espécie de erukerê especial chamado de Eruexim com o qual estaria protegida dos Eguns. Oyá é a terceira deusa de temperamento mais agressivo, sendo que a primeira é Opará e Obá é a segunda.

O nome Iansã trata-se de um título que Oyá recebeu de Xangô que faz referência ao entardecer. Iansã quer dizer A mãe do céu rosado ou A mãe do entardecer. Era como ele a chamava pois dizia que ela era radiante como o entardecer.

Os africanos costumam saudá-la antes das tempestades pedindo a ela que apazigue Xangô o Orixá dos trovões, raios e tempestades pedindo clemência.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Boiadeiros na Umbanda

Os espíritos que se manifestam na Umbanda na Linha dos Boiadeiros são aguerridos, valorosos, sisudos, de poucas palavras, mas de muitas ações.

 Apresentam-se como espíritos que encarnaram, em algum momento, como tocadores de boiada, vaqueiros, pastoreadores etc.
Os seus pontos cantados sempre aludem a bois e boiadas, a campos e viagens, a ventanias e tempestades.
O laço e o chicote são seus instrumentos magísticos de trabalhos espirituais. Eventualmente usam colares de sementes ou de pedras.
O Arquétipo da Linha de Boiadeiros é a figura mítica do peão sertanejo, do tocador de gado, enfim, dos homens que viveram na lida do campo e dos animais e que desenvolveram muita força e habilidade para lidar contra as intempéries e as adversidades.



É um Arquétipo forte, impositivo, vigoroso, valente e destemido. Representa a natureza desbravadora, romântica, simples e persistente do homem do sertão, também chamado de caboclo sertanejo. Lembra os vaqueiros, boiadeiros, laçadores, peões e tocadores de viola; muitos deles mestiços, filhos de branco com índio, de índio com negro etc., trazendo à nossa lembrança a essência da miscigenação do povo brasileiro, com seus costumes, crendices, superstições e fé.

Existem, no Astral, muitos espíritos que, em suas últimas encarnações, praticamente viveram sobre o lombo dos cavalos, dedicando-se a criar e a domesticar esses animais, tão úteis à humanidade, já que até um século atrás o cavalo era o principal meio de transporte. Foram vaqueiros, domadores de cavalos, soldados de cavalaria etc., e guardam em suas memórias recordações preciosas e inesquecíveis daqueles tempos. Em homenagem a eles é que se construiu, no Astral, o Arquétipo da Linha dos Boiadeiros.

Nesta Linha manifestam-se espíritos que usam seus conhecimentos ocultos para auxiliar pessoas que estejam atravessando momentos muito difíceis. São combativos, inclusive no corte de magias negativas, porque conseguem promover “um choque” em nosso campo magnético e liberá-lo de acúmulos negativos, obsessores etc.

Nem todos foram, de fato, “boiadeiros”, mas todos eles têm em comum a capacidade de atuar num campo específico e que caracteriza a Linha, qual seja o de nos trazer uma energia vigorosa, muito útil na quebra de cargas e magias negativas e para desfazer “cristalizações” mentais negativas, pois os Boiadeiros atuam no campo da Lei Divina e na Linha do Tempo.

A Linha de Boiadeiros é sustentada, num dos seus Mistérios, pelo Orixá Ogum. Por isso, eles são verdadeiros “soldados” que vigiam tudo o que acontece dentro do campo da Lei Maior, estando sempre prontos a acudir os necessitados.

Na Linha do Tempo, atuam sob a Regência de Mãe Oyá-Tempo e de Mãe Yansã, combatendo as forças das trevas pela libertação e o reerguimento consciencial dos espíritos que se negativaram, se desequilibraram e se perderam, recolhendo-os e os encaminhando para o seu local de merecimento na Criação.
Embora a Linha seja sustentada por esses Orixás (Ogum, Oyá-Tempo e Yansã), cada Boiadeiro vem na Irradiação de um ou mais Orixás que os regem especificamente, como acontece nas demais Linhas de Trabalho da Umbanda.

Na linguagem dos Boiadeiros, “boi” é o próprio ser humano em desequilíbrio. Ou seja, são os espíritos encarnados e os desencarnados em desequilíbrio perante a Lei Maior, necessitados de auxílio. Suas referências a cavalos, a tocar a boiada, a laçar e trazer de volta “o boi” desgarrado do rebanho, ou atolado na lama, ou arrastado pelos temporais, ou que se embrenhou nas matas e se perdeu, ou que foi atravessar o rio e foi arrastado pela correnteza etc., tudo isso tem a ver com o trabalho realizado pelos destemidos Boiadeiros de Umbanda: eles resgatam os espíritos que se rebelaram contra a Lei Divina, pois esses espíritos são como “bois e cavalos” que não aceitam os “cabrestos” ou limites criados pela Lei de Deus e que por isso precisam ser “domesticados” e educados. Nada melhor que os Boiadeiros para fazer isso.

Quando um Boiadeiro da Umbanda gira no ar o seu laço, ele está criando magisticamente, dentro do espaço religioso do Terreiro, as ondas espiraladas do Tempo, que irão recolher os espíritos perdidos nas próprias memórias desequilibradas e/ou irão desfazer energias densas acumuladas no decorrer do tempo.

Já quando um Boiadeiro vibra o seu chicote, está recorrendo de forma magística e religiosa à Divina Mãe Yansã, para movimentar e direcionar os espíritos estagnados no erro e na desordem. É muito efetivo o seu trabalho contra os espíritos endurecidos (“eguns”).


Dentro da Linha de Boiadeiros, em algumas Casas também se manifestam os “Cangaceiros”, simbolizando os espíritos daqueles que em recente encarnação viveram no sertão e lutaram contra grandes injustiças sociais. Isso pode parecer estranho, à primeira vista, e muitos se perguntam o quê um “cangaceiro” teria a oferecer, em termos de trabalho espiritual de ajuda.

Ocorre que os “cangaceiros” do sertão brasileiro de fato surgiram, em meados dos anos 1920, para defender as populações humildes dos maus tratos e desmandos dos “coronéis” e demais detentores do poder material, que massacravam os menos favorecidos, tomando-lhes muitas vezes até as mulheres, os poucos bens e a dignidade pessoal. Esses homens “poderosos” mandavam e desmandavam, pois se achavam acima das leis humanas e, por certo, não conheciam ou não respeitavam as Leis Divinas. E os “cangaceiros” (Lampião e seu “bando”, os mais famosos) representaram, à época, um movimento popular de revolta e combate a tais desmandos. Foram marginalizados, até porque aos “poderosos” isso convinha. É provável que tenham cometido lá seus excessos também, respondendo à violência das armas com outras armas; mas, pelo menos, tinham a justificativa de estar lutando pelos mais fracos. Já os opressores, qual desculpa teriam?

Enfim, o temperamento combativo desses espíritos de certa forma foi-se agrupando à Linha dos Boiadeiros e eles começaram a se manifestar para trabalhar, nos Terreiros de Umbanda que os acolhiam. Não são “bandidos e malfeitores”, mas espíritos que têm identificação com o Arquétipo do sertanejo forte e destemido.

FONTE: “Arquétipos da Umbanda”, Rubens Saraceni, 2007

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Onde vai ser a Festa?


Oi, Por que não convidar a todos e nos ajudara a divulgar a sua festa, Convide por aqui deixe nos comentários, compartilhe com seus amigos faça crescer a nossa fé!

sábado, 20 de setembro de 2014

Homenagem a Xangô


O seu machado é o símbolo da imparcialidade. É uma divindade da vida, representado pelo fogo ardente e por essa razão não tem afinidade com a morte e nem com os outros orixás que se ligam à morte.








Talvez estejamos diante do Orixá mais cultuado e respeitado no Brasil. Isso porque foi ele o primeiro Deus Iorubano, por assim dizer, que pisou em terras brasileiras.


Xangô é pesado, íntegro, indivisível, irremovível; com tudo isso, é evidente que um certo autoritarismo faça parte da sua figura e das lendas sobre suas determinações e desígnios, coisa que não é questionada pela maior parte de seus filhos, quando inquiridos. 
Suas decisões são sempre consideradas sábias, ponderadas, hábeis e corretas. Ele é o Orixá que decide sobre o bem e o mal. Ele é o Orixá do raio e do trovão. 

Na África, se uma casa é atingida por um raio, o seu proprietário paga altas multas aos sacerdotes de Xangô, pois se considera que ele incorreu na cólera do Deus. Logo depois os sacerdotes vão revirar os escombros e cavar o solo em busca das pedras-de-raio formadas pelo relâmpago. Pois seu axé está concentrado genericamente nas pedras, mas, principalmente naquelas resultantes da destruição provocada pelos raios, sendo o Meteorito é seu axé máximo.

O símbolo do Axé de Xangô é uma espécie de machado estilizado com duas lâminas, o Oxé, que indica o poder de Xangô, corta em duas direções opostas. O administrador da justiça nunca poderia olhar apenas para um lado, defender os interesses de um mesmo ponto de vista sempre. Numa disputa, seu poder pode voltar-se contra qualquer um dos contendores, sendo essa a marca de independência e de totalidade de abrangência da justiça por ele aplicada. 

Xangô é a ideologia, a decisão, à vontade, a iniciativa. É a rigidez, organização, o trabalho, a discussão pela melhora, o progresso social e cultural, a voz do povo, o levante, à vontade de vencer. Também o sentido de realeza, a atitude imperial, monárquica. É o espírito nobre das pessoas, o chamado “sangue azul”, o poder de liderança. Para Xangô, a justiça está acima de tudo e, sem ela, nenhuma conquista vale a pena; o respeito pelo Rei é mais importante que o medo.

Xangô é um Orixá de fogo, filho de Oxalá com Yemanjá. Diz a lenda que ele foi rei de Oyó. Rei poderoso e orgulhoso e teve que enfrentar rivalidades e até brigar com seus irmãos para manter-se no poder.







quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Inicio as Homenagens a Xangô

XANGÔ



É o Orixá da Justiça e seu campo preferencial de atuação é a razão, despertando nos seres o senso de equilibrio e eqüidade, já que só conscientizando e despertando para os reais valores da vida a evolução se processa num fluir contínuo.

O Trono Regente Planetário se individualiza nos sete Tronos Essenciais, que projetam-se energética, magnética e vibratoriamente e criam sete linhas de forças ou irradiações bipolarizadas, pois surgem dois pólos diferenciados em positivo e negativo, irradiante e absorvente, ativo e passivo, masculino e feminino, universal e cósmico.

Uma dessas projeções é a do Trono da Justiça Divina que, ao irradiar-se, cria a linha de forças da Justiça, pontificada por Xangô e Egunitá (divindade natural cósmica do Fogo Divino).

Na linha elemental da Justiça, ígnea por excelência, Xangô e Egunitá são os pólos magnéticos opostos. Por isto eles se polarizam com a linha da Lei, que é eólica por excelência. Logo, Xangô polariza-se com a eólica Iansã e Egunitá polariza-se com o eólico Ogum, criando duas linhas mistas ou linhas regentes do Ritual de Umbanda Sagrada.

O Orixá Xangô é o Trono Natural da Justiça e está assentado no pólo positivo da linha do Fogo Divino, de onde se projeta e faz surgir sete hierarquias naturais de nível intermediário, pontificadas pelos Xangôs regentes dos pólos e níveis vibratórios intermediários da linha de forças da Justiça Divina. Estes sete Xangôs são Orixás Naturais; são regentes de níveis vibratórios; são multidimensionais e são irradiadores das qualidades, dos atributos e das atribuições do Orixá maior Xangô.

Eles aplicam os aspectos positivos da justiça divina nos níveis vibratórios positivos e polarizam-se com os Xangôs cósmicos, que são os aplicadores dos aspectos negativos da justiça divina. Como, na Umbanda, quem lida com os regentes desses aspectos são os Exús e as Pomba-Giras.

Os Xangôs intermediários, tal como todos os Orixás Intermediários, possuem nomes mântricos que não podem ser abertos ao plano material. Muitos os chamam de Xangô da Pedra Branca, Xangô Sete Pedreiras, Xangô dos Raios, etc. Enfim, são nomes simbólicos para os mistérios regidos pelos Orixás Xangôs Intermediários. Só que quem usa estes nomes simbólicos não são os regentes dos pólos magnéticos da linha da Justiça, e sim os seus intermediadores, que foram “humanizados” e regem linhas de caboclos que manifestam- se no Ritual de Umbanda Sagrada comandando as linhas de trabalhos de ação e reação.

Eles são os aplicadores “humanos” dos aspectos positivos da justiça divina.
Logo, se alguém disser: “Eu incorporo o Xangô tal”, com certeza está incorporando o seu Xangô individual, que é um ser natural de 6° grau vibratório, ou um espírito reintegrado às hierarquias naturais regidas por estes Xangôs. Nem no Candomblé se incorpora um Xangô de nível intermediário ou qualquer outro Orixá desta magnitude. O máximo que se alcança, em nível de incorporação, é um Orixá de grau intermediador. Mas no geral, todos incorporam seu Orixá individual natural, ou um espírito reintegrado às hierarquias naturais e, portanto, um irradiador de um dos aspectos do seu Orixá maior.




Temos, na Umbanda, os:

Xangôs da Pedra Branca, Xangôs da Pedra Preta, Xangôs das Sete Pedreiras, Xangô das Sete Montanhas, etc.
Que são todos eles, Orixás Intermediadores e regentes de subníveis vibratórios ou regentes de pólos energo-magnéticos cruzados por muitas correntes eletromagnéticas, onde atuam como aplicadores dos mistérios maiores, mas já em pólos localizados em subníveis vibratórios. E todos estes Xangôs intermediadores são regentes de imensas linhas de trabalho, ação e reação. Ou não é verdade que temos caboclos da Pedra Branca, da Pedra Preta, do Fogo, etc.?

Meditem muito sobre o que aqui comentei, pois em se tratando de Orixás, é preciso conhecê-lo a partir da ciência divina ou nos perdemos no abstracionismo e na imaginação humana. Reflitam bastante e depois consultem seus mentores espirituais acerca do que aqui estou ensinando, irmão em Oxalá.

Sincretismo na Umbanda com São Jerônimo comemorado no dia 30 de setembro.

Oferenda: Velas brancas, vermelhas e marrom; cerveja escura, vinho tinto e licor de ambrosia; flores diversas, tudo depositado em uma cachoeira, montanha ou pedreira.
Pai Rubens Saraceni

terça-feira, 16 de setembro de 2014

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O que é a Umbanda?

Um ótimo vídeo explicativo sobre o que é a Religião Umbanda, explicações sobre os Orixás, Guias e Rituais de Umbanda.



Vale Muito a Pena assistir!

domingo, 14 de setembro de 2014

Sua Fé Também no Facebook




#umbandaminhafe
#umbanda

sábado, 13 de setembro de 2014

São Cosme, Damião e Doum






Pois é a festa esta chegando e a gente ainda não organizou nada, como todo bom Brasileiro deixamos tudo sempre para a Ultima hora, mas ainda da tempo. Então vou deixar algumas dicas e lembretes para que seja sim uma Festa Inesquecível e de muita fé carinho e devoção com as entidades e todos os irmãos de fé que vem em busca dessas Bençãos.


Antes da Festa:
- Comprar os doces antes e armazena-los corretamente evita surpresas desagradaveis de doces estragados ou preços altissimos, as lojas de doces conhecem as festividades e assim como todo comercio visam o lucro então se comprar antes e armazenar de forma correta pode fazer uma economia boa, afinal trabalhamos sempre com a caridade e não temos muito "pataco".

- Preparar as Sacolinhas de doces somente um dia antes, organize um grupo junto ao seu sacerdote e monte as sacolinhas de doces um dia antes da festividade, algumas casas aproveitam este momento e apos as sacolinhas estarem prontas firmam o altar e solicitam consagração dos doces antes, o mesmo pode ser realizado no dia apos a chamada da linha das crianças ou eres no mesmo dia da festa e assim podem ser presenteadas aos visitantes do templo.











- Limpeza e Organização são sempre muito importante é dia de festa em nossa casa e sempre receberemos visitas, novos visitantes em busca da fé e a limpeza e organização deixam a cabeça livre e despreocupada para uma boa incorporação e um bom atendimento sempre.

-Os Enfeites podem ser colocados antes, os mesmos também podem estar mais caros devido ao comercio ja saber desta necessidade e aumentarem os preços, se organizar e reutilizar os enfeites dos anos anteriores, criar e usar a imaginação, todos nós ja fomos crianças, temos irmãos pequenos, filhos e netos e podemos reaproveitar sim e criar novas decorações, DICA IMPORTANTE: AS BEXIGAS COSTUMAR MURCHAR DE UM DIA PARA OUTRO, É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA CHEGAR MAIS CEDO PARA ENCHER AS BEXIGAS E ENFEITAR O TEMPLO.


-Aos que fazem as campanhas de doação de alimentos não pereciveis e roupas, é necessário ja deixar organizado um local com antecedência para receber as doações para que nada se perca ou estrague durante as festividades.

- Aos médiuns ja deixar organizado os pertences do seu guia em uma sacolinha de pano já identificada com o seu nome e o nome da entidade para que seu guia não fique sem receber os doces e presentes que você trouxe, os Cambones não conseguem guardar todos os nomes e presentes de cada um. Acho importante acrescentar um Exemplo: Temos 20 médiuns, 5 cambones e 100 visitantes da casa para o atendimento, você encorpora a Mariazinha que gosta de tranças no cabelo, ao encorporar a entidade percebe que não tem as tranças e começa a chorar, o cambone não teve tempo ainda de parar as demais obrigações para fazer as tranças, no final do dia alguém chega e diz pra você que ninguém teve coragem de ir fazer uma trança  e você sai chateada com a falta de consideração do colega, e dependendo de quem for ainda sai falando muito mal da casa, etc. A Obrigação para com o guia é do médium que o encorpora, então faça as tranças antes, pendure as chupetas e as guias no pescoço antes, deixe a mão ou bem identificado tudo aquilo que você mesmo trouxe antes, anteveja a necessidade e participe.

- Para o Médium é sempre bom fazer um banho forte antes da incorporação, Deixo aqui uma sugestão de banho para realizar antes dessa incorporação: (consulte seu sacerdote antes)
Banho de Erês:
- 7 punhados de Camomila;
- 7 Punhados de Erva Cidreira;
- 7 Punhados de Hortelã;
- 7 Colheres de Mel.
Em uma vasilha coloque todas as ervas e o Mel jogue água quente e abafe, Banhar do Pescoço pra baixo.



LEMBRE-SE SEMPRE QUE O FUTURO SEMPRE ESTA NAS CRIANÇAS ESTA FESTA UMBANDISTA TAMBEM RECEBE MUITAS CRIANÇAS QUE VEM VISITAR PELA PRIMEIRA VEZ A UMBANDA, AJUDE A DESMISTIFICAR AS COISAS RUINS E OS MEDOS QUE ELAS TEM DA RELIGIÃO.

#umbandaminhafe





sábado, 6 de setembro de 2014

PRECEITOS DA UMBANDA!






Continuando a nossa dedicação em aprender e evoluir mais um vídeo do Sacerdote Adérito Simões do Templo Sete Montanhas do Brasil, então vamos abrir aqui também as duvidas para que possamos juntos se esclarecer e levar cada vez mais a Bandeira de Oxalá a todos os cantos do Brasil e do mundo.





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