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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Espiritos obsessores, descarregos e firmezas na Umbanda


OBSESSOR:


Algo ou alguém que exerce influência sobre outra parte, alterando, diminuindo, drenando ou desorganizando a sua vibração.

OBSESSOR ESPIRITUAL:


É uma entidade desencarnada, portanto extrafísica, a qual aos olhos destreinados torna-se invisível. Trata-se de um espírito em estágio menos avançado de aprimoramento moral, e por sua condição, permanece em sintonia com seres de mesma frequência vibratória, em condição de simbiose.

Existem muitas evidencias que podem indicar que você está sofrendo uma obsessão espiritual, as quais vou procurar apresentar nas próximas linhas, contudo, é importante que você entenda que a causa principal da obsessão é o seu próprio conjunto de comportamentos, pensamentos e sentimentos. Mesmo porque, a sintonia só acontece se você estabelece a mesma frequência na qual vibra o obsessor.

"A culpa nunca é do obsessor!

A culpa nunca é do obsessor!

A culpa nunca é do obsessor!"





Todo processo de obsessão acontece por compatibilidade, portanto o que determina a simbiose entre uma pessoa e seu obsessor é uma ligação por ressonância que respeita essas leis naturais.

Se você chegar a conclusão de que está com um obsessor espiritual, não saia correndo gritando de medo, com desespero e pânico, simplesmente pelo fato de que o obsessor que uma pessoa atrai, é a consequência de suas falhas no equilíbrio emocional, mental e na capacidade de sentir amor.

Uma vez que você perceber alguma intromissão na sua energia pessoal, a melhor forma de reverter o quadro é mudando o seu conjunto de pensamentos, sentimentos e emoções, que em outras palavras quer dizer, aumentando a sua elevação moral e o seu estado de amor.

Sobre os Eguns e Quiumbas:


Embora Egum signifique todos os espíritos que já desencarnaram, para nós, Umbandistas, Eguns são espíritos que ainda não adquiriram um grau de consciência e às vezes nem mesmo sabem que estão desencarnados.

Ele pode se tornar um obsessor quando se liga a algum encarnado para, por exemplo, vivenciar seus vícios materiais (álcool, droga, sexo, etc..) ou por não admitir se afastar de algum encarnado (esposa, filhos, amigos) ou ainda para se vingar de seus inimigos.

As pessoas obsediadas irão ser “vampirizadas” por eles, pois mesmo sem saber, quando um Egum entra no campo vibratório de um encarnado, como se fosse por osmose, ele irá sugar a energia vital  do encarnado, desvitalizando um e vitalizando o outro.

O obsediado ira sentir uma forte apatia, “oco” por dentro, não saber mais o que quer direito, angustia, frio, sono, fraqueza, dores pelo corpo, calafrios, indisposição, sentimentos inconstantes, medo... 

A presença do Egum também poderá intensificar também nossos vícios e fraquezas nos desequilibrando como por exemplo: se aquele obsessor tiver o vício de beber e o encarnado beber, poderá beber além da conta, se os dois sentirem raiva, poderá ficar violento demais, e assim por diante.

Os Eguns ficam vagando em nosso meio e às vezes são aprisionados por "quiumbas" (seres que já sabem que são desencarnados e fogem do auxílio), servindo-lhes como escravos e muitas vezes usados para sugarem energia de seus desafetos, atuando através dos sete estados tidos como capitais (vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula, luxúria).

Muitos ex-viciados são Eguns, pois, como quando na carne, não conseguem se libertar de seus vícios  (tabaco, bebidas alcoólicas, cocaína, heroína, LSD, cola de sapateiro, crack, etc..). Eles irão se aproximar de algum encarnado que tenha o mesmo vício para poderem sugar estas energias viciantes e por esta estar sendo dividido com o Egum, o encarnado irá fazer um uso maior para poder satisfazer os dois.

Espiritos que também tiveram atitudes que causam dependência (sexo, riquezas materiais, jogos, fanatismo religioso, atitudes depressivas, etc...) também são grandes candidatos para se tornarem Eguns depois de desencarnados.

Quando em Egum toma consciência de seu estado e condição ele passa a ser um “sofredor” pois começara a “clamar” por Deus e por ajuda ou passara a ser um “Quiumba” que foge dos seres de luz para poder continuar em nosso meio.



Precisamos mudar a freqüência de nosso campo vibratório para que este obsessor não consiga nos perturbar e se desligue de nós.

È difícil, pois não somos seres perfeitos e temos muitos vícios, mas percebemos que nossas fraquezas é que estão atraindo este tipo de obsessor para a nossa vida e faremos o possível para mudar.


Tipos de obsessor


Obsessores simples 

O médium ou a pessoa sabe que está sob a má influência, pois tudo o que fala tem a intenção de criar obstáculos a todo tipo de comunicação. Nesta categoria podemos citar a obsessão física, que consiste nas manifestações ruidosas e obstinadas de certos espíritos através de pancadas ou outros ruídos.

Obsessores fascinados

Produzem uma ilusão sobre o pensamento da pessoa e do médium que paralisa de algum modo sua capacidade de julgar seus atos. É um erro acreditar que esse tipo de obsessão pode atingir somente as pessoas simples; os mais inteligentes não estão isentos disso. A sua tática é quase sempre inspirar o médium a se distanciar de todo aquele que possa lhe abrir os olhos. Assim, evitando a contradição, estão certos de ter sempre a razão.

Obsessores subjugados 

Paralisam a vontade da pessoa e do médium e o faz agir fora da sua normalidade. Está, numa palavra, sob um verdadeiro jugo. A obsessão corporal muitas vezes tira do médium a energia necessária para dominá-lo - é preciso a intervenção de uma segunda pessoa que, agindo com sua superioridade moral, se impõe aos espíritos.

Como saber se esta sob influencia de um espirito obsessor?


- Choro inesplicavel;
- Cansaso em demasia;
- Sentimentos de Revolta;
- Aumento do consumo de alcool, tabaco, drogas;
- desanimo;
- dores pelo corpo sem explicações;
- Bocejos Constantes;
- Alterações de comportamento de forma radical;
- Arrepios, sençação de estar sendo observado constantemente, etc.
Use a sua intuição, ninguem melhor do você mesmo para saber identificar essas alterações.




Como tratar e se livrar dos Obsessores:


A Oração eleva nossa vibração e conseqüentemente, eleva a do obsessor, possibilitando que entidades de luz se aproximem e o esclareça.

Banho de ervas também tem o mesmo efeito e protege nosso campo mediúnico não permitindo o acoplamento de energias contrárias.  

Mas se não mudarmos nossas posturas e atitudes, de nada adiantará.

Quando este obsessor for um perseguidor desta ou de vidas passadas, o processo é mais demorado pois as vezes somos merecedores daquela perseguição e não mudamos ainda nosso modo de pensar e de sentir, possibilitando assim, a interferência dele.

Qualquer entidade da linha de Umbanda, seja ela, Preto-velho, Caboclo, Boiadeiro, Exu, Baiano, etc... irá identificar a atuação de um Egum e afastar, as vezes a força, do convívio do encarnado. Ele será enviado a uma colônia de esclarecimento ou será entregue a um Exu, que através da Lei Maior, irá fazê-lo expurgar seus “pecados”. 

A Entidade irá esclarecer o encarnado a forma que este Egum foi atraído para a sua vida e através de conselhos, mostrar quais atitudes e sentimentos devem ser modificados para que isto não se repita novamente. Geralmente indicará um banho para limpar seu campo mediúnico e talvez alguma oferenda para absorver alguma energia que ficou escassa.

Poucos são os casos em que a atuação destes Eguns vieram através de magia negra contra o encarnado, em sua maioria foi a lei da atração.

Nossas Entidades de Luz nos ensinam que devemos manter sempre nossos Anjos de Guarda elevados e iluminados, para que assim nos tornemos fortes e resistentes ao domínio desses espíritos da escuridão. Devemos ao menos uma vez por semana, elevar nossos pensamentos a Deus, clamar a nossos Anjos de Guarda, fazer uma oração com muita fé, e se puder acender uma vela branca, oferecendo a nosso Anjo querido, juntamente com um copo de água. Isso sempre vai nos dar forças a lutar contra esses obsessores, fechando as portas que deixamos abertas com nossos sentimentos ruins, nossas imperfeições.     Por melhor que seja o caráter de alguém, os motivos da obsessão variam, mas sua única intenção é o desejo de fazer o mal; como sofrem, querem fazer os outros sofrerem; sentem prazer em atormentar o médium e os mais próximos. Esses espíritos agem por ódio e inveja do bem; é por isso que atormentam todas as pessoas, mesmo sendo as mais honestas. 

 


Sobre o descarrego (desobsessão) Pelo médium de transporte



           Procedimentos esses como os passes magnéticos dados por Pretos Velhos e Caboclos, descarregos, desobsessões, banhos, defumadores, etc. 
Mas o que não pode faltar ao médium e a pessoa que está obsediada, é a fé e a força de vontade suficiente para tomar uma atitude. Não se pode atribuir à ação direta dos maus espíritos todo dissabor que esteja acontecendo na sua vida. 
Muitas vezes, os problemas são a consequência da negligência ou da imprevidência. Também sabemos que parte da população mundial têm experiências místicas e a medicina aceita estes fenômenos, mas não se pode descartar a possibilidade de problemas psicológicos ou psiquiátricos, onde tudo deve ser averiguado.         
           Portanto todo cuidado é pouco, quando verificamos alguma pessoa que nos parece obsediada, as vezes pode ser outras coisas.  
          Ao constatar um obsessor em um indivíduo, e ao ser levado a presença de uma Entidade de Luz, que o ajudará a se livrar desses obsessores, será feito a desobsessão.     
     É natural que essa Entidade peça ao obsediado que ele busque fazer 7 passes, que têm a finalidade de limpar a sua aura e de descarregar o campo vibratório dos obsessores, tornando a desobsessão mais amena. Essa espera de 7 semanas se faz necessária, pois afinal estamos tratando de espíritos extremamente ignorantes, que foram e são seus algozes nesta vida, tornando-se necessária uma aclimatação deles ao processo de doutrinação, que começa exatamente com as palavras dessa Entidade de Luz, demonstrando a esse obsessor que ele tem um caminho longo a trilhar na busca de paz, luz, entendimento e evolução. E que ele, o obsessor, não deverá retornar ao caminho da escuridão, e não mais perturbar os encarnados.     


       Contudo, muitas vezes os obsessores são milenares, e guardam com eles um enorme desejo de vingança. O ódio represado por tanto tempo precisa ser posto para fora, e eles, os obsessores, geralmente investem toda a sua fúria sobre a pessoa a quem eles ainda odeiam, podendo ser a pessoa obsediada, pois esse obsessor pode estar buscando um acerto de contas milenares com a reencarnação da pessoa obsediada.     
             Essa sede de vingança poderá ser demonstrada através de Médiuns de descarrego, de desobsessão ou de Encaminhamento, expressando através deles, que darão passagem a toda essa emoção contida a tanto tempo.    
            Preste atenção em tudo o que for dito, e entenda que eles estão se reportando a encarnações anteriores e não à encarnação atual; daí não se ofenda com as palavras chulas proferidas por eles, pois o desejo de vingança é imenso. São momentos desagradáveis, porém de extrema necessidade, pois é através desta catarse que eles terão a oportunidade de se colocar diante daqueles que eles acham ser seus algozes.           
     À medida que os obsessores forem entendendo todo o processo de incorporação, doutrinação e seu estado atual de espírito desencarnado, o ódio vai passando, ele começa a entender que está em outro plano, em outra vida, agora desprovido de um corpo de carne.    
          Muitas vezes os obsessores ameaçam, xingam, esbravejam, se contorcem, porém estão contidos no campo vibratório do médium que foi muito bem desenvolvido, e está permitindo e dando passagem a todo sofrimento do obsessor, enquanto os Guias espirituais tratam dele, ou deles. Nos momentos piores ore e mantenha-se calmo, pois o seu campo vibratório está passando por uma limpeza profunda, e é de nosso interesse que isso se faça com toda precisão, em benefício seu, dos obsessores e dos médiuns que estão trabalhando



Fontes Pesquisada: 
- "O Livro dos Mediuns" Allan Kardec;
- "O Livro dos Espíritos" Allan Kardec;
- "Iniciação a Umbanda"  Ronaldo A. Linares et all;


  

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

As Ervas dos orixás


Somente as mais conhecidas e utilizadas na Umbanda para banhos e outras finalidades:

ü  Oxalá: Boldo ou tapete de Oxalá; Saião; Folha da Costa, Manjericão; Alfavaca; Sândalo; Patchuli, Colônia, Alfazema, Algodoeiro, Capim Limão, Girassol, Maracujá, Jasmim, Erva Cidreira.

ü  Xangô: Levante, Quebra-Pedra, Fortuna, Erva Lírio, Pata de Vaca, Para-raio, Gervão Roxo, Manjericão Branco, Erva de Santa Maria, Malva Branca, Sucupira, Limoeiro, Café, Alecrim do mato.


ü  Ogum: Espada de são Jorge, Peregum verde-amarelo, São Gonçalinho, Aroeira, Vence-demanda, Comigo Ninguém pode, Romã, Jurubeba, Mangueira, Pinheiro, Goiabeira, Abacateiro, Canela.

ü  Obaluaê: Hera, Canela de velho, assa-peixe, Erva de Passarinho, Jurubeba, Manjericão roxo, camomila, Babosa, Mamona, Jamelão, Carnaúba.


ü  Oxossi: Alecrim, Peregum, Mangueira, Chapéu de couro, Abre caminho, Vence demanda, Jureminha, Erva doce, Pitangueira, Romã, sabugueiro, Malva Rosa, Levante, Capim Limão, Violeta.


ü  Nanã: Quaresma, Manjericão, Agoniada, Mostarda, , Agrião, Bertalha, Espinafre, Hortência, Cedinho, Erva Cidreira, Camomila, Berinjela, Erva Mate, Avenca,Jaqueira, Cavalinha.

ü  Yemanjá: Manjericão, Colônia, Saião, Levante, Jasmim, Malva, Lagrimas de Nossa Senhora, Pata de Vaca, Parreira, Macela, Poejo, Trevo, Boldo, Alga Marinha, Gerânio.


ü  Oxum: Jasmim, Erva Cidreira, Colônia, Agoniada, Camomila, Lagrimas de Nossa Senhora, Erva Doce, Lírio Amarelo,  Mamão,  Boldo, Vitoria Régia, Gengibre, Melancia, Melão, Coentro, Celidonia.

ü  Yansã: Para-Raio, Dormideira, Espada de Santa Barbara, Cana do Brejo, Erva Prata, Gervão, Anil, Violeta, Losna, Arruda, Orquídea, Mal-me-quer, Alfazema, Cipó Azogue, Alfazema de caboclo, Bambu.


ü  Ibeji: Amoreira, Anil, Alfazema, Abre-Caminho, Parreira, Colônia, Erva Cidreira, Pitangueira, Camomila, Erva Doce, Cajá, Morango, Capim Limão, Lírio, Benjoim, Tangerina, Fruta do Conde, Hortelã.

ü  Exu: Vassourinha, Fumo, Babosa, Tiririca, Bananeira, Pinhão Roxo, Vence-Demandas, Comigo Ninguém Pode, Jurubeba, Urtiga, Amendoeira, Amora.

Sempre após os trabalhos espirituais se o médium se sentir pesado ou carregado é recomendado o banho de Sal Grosso com sete punhados dissolvidos em água quente para descarregar as energias pode ser logo em seguida ou no dia seguinte.
         É bom lembrar que o dia dos trabalhos é um dia especial e sagrado para os médiuns devendo cada um fazer os preparos necessários para se purificar os banhos são apenas um dos cuidados, dentre todas as purificações que devem ser feitas como a purificação do corpo, do coração, da mente, bom  vamos tratar disso no próximo post.


“Umbanda Tem Fundamento, é preciso Preparar” e Estudar também.

#umbandaminhafe

terça-feira, 26 de agosto de 2014

As ervas e os Orixás

Nos rituais de Umbanda sempre vemos o uso das ervas em forma de banhos de energia e descarga, na forma de amaci, imantações entre outras, isso porque as ervas detém grande quantidade de energia vital e através das suas combinações podem produzir determinado efeito positivo ou negativo, como tudo que é energia no universo.
         Esta energia atua diretamente em nossa Aura (campo energético), ja utilizadas há muito tempo pelos povos indígenas e africanos para diversos fins, o uso das erva e plantas  podem ser classificadas então quanto aos seus efeitos, positivos, negativos e neutralizantes. Diante deste conhecimento a Umbanda utiliza-se desse elemento para seus rituais, descarrego, curas e fortalecimentos, sempre comandado pelas entidades espirituais que sempre determinam quais ervas ou plantas serão usadas e em que casos.
Uma das formas mais conhecidas sobre a utilização das ervas e plantas na Umbanda  são:
- banhos de descarrego: são utilizados principalmente para eliminar vibraçoes negativas, limpeza do perispírito, miasmas negativos.
 - banhos de fixação: para adquirir energias positivas, vitalização dos chacras, fortalecimento dos processos mediúnicos, ligação do espírito do encarnado com seus guias e entidades atuantes.
         Bom então como devemos fazer os Banhos para nos fortalecer e nos limpar, como seria esse ritual:
ü  Nunca ferver as folhas junto com a água;
ü  Utilize sempre ervas frescas;
ü  As folhas devem ser macerada manualmente e colocadas em vasilhas de louça, ágata, ou potes de barro ( é sempre bom evitar panelas de ferro e alumino, e vasilhas de plástico, a não ser que você tenha uma única especifica para isso)
ü  Em alguns casos quando não houver a necessidade de água quente, as ervas devem ser quinadas diretamente sobre a água;
ü  É sempre bom usar água de boa qualidade, ex: água de mina, poço, mineral, cachoeira, chuva ou água do mar.
(cada banho é passado de uma forma diferente para cada tipo de caso por isso cada, templo e seus guias indicam a forma de como fazer)

DICA IMPORTANTE:
BANHOS DE DESCARREGO OU DEFESA: Sempre do pescoço pra baixo jamais a cabeça.
BANHOS DE FIXAÇÃO: banho de corpo inteiro incluindo a cabeça.
PARA TODOS: Nunca enxugue o corpo deixe secar naturalmente para que haja maior captação ou eliminação da energia das ervas.
Após todos os banhos as ervas e plantas devem ser jogadas preferencialmente em água corrente como rio ou mar, não você não estará sujando a natureza esta devolvendo apenas aquilo que você retirou, muito diferente de jogar garrafas pet, pneu de carro ou outras coisas.



         Os banhos podem ser tomados por todos: irmãos de fé e os assistidos, para os assistidos o banho deve vir como uma recomendação dos guias ou dos donos da casa, para os irmão de branco,médiuns de qualquer grau, deve-se realizar sempre antes de se iniciar os trabalhos ou rituais, para os mesmos temos o amaci (banho de defesa) que pode ser especifico de acordo com seu pai de cabeça, ou geral, para todos, lembrando que o amaci somente deve ser passado pelo pai de santo ou sacerdote da casa pois esse faz a ligação da coroa do filho com o seu pai de cabeça especificamente.

Dica de Banho de Defesa:
7 punhados de sal grosso;
7 punhados de palha de alho;
7 punhados de alecrim;
7 punhados de arruda;
7 punhados de guiné;
7 punhados de manjericão;
1 espada de São Jorge partida manualmente em 7 pedaços.
Coloque todas em uma vasilha, jogue a água quente e abafe, após esfriar jogar do pescoço pra baixo, após o seu banho normal de água e sabonete.